Para o nosso
grupo foi proposto a produção de uma notícia para um jornal voltado para as
Classes A e B, a partir desta seqüência de fatos.
Sequência de eventos retirada de LAGE, Nilson.
Estrutura da notícia. São Paulo: Ática, 2006. p.21-22
Vejamos o
resultado final:
Uma manhã fora da rotina.
Jovem se depara com cadáver ao abrir
porta de seu apartamento.
O fato
inusitado e porque não sinistro aconteceu na manhã de hoje, 30/10/2012 com a
jovem universitária Carina Barcelos Rodrigues, 22 anos, moradora do Edifício
Copavalle, Rua General osório,573, Bairro Jardins, em Franca-SP.
Depois
de ouvir a campainha tocar ao atendê-la Carina depara-se com o corpo frio e
rígido de um homem que estava caído na soleira de sua porta. A estudante contou
que havia acabado de acordar e estava no banheiro quando ouviu o toque da
campainha e ao abrir a porta viu um homem caído e não havia mais ninguém no
corredor. Ela abaixou-se e tocando-o percebeu a rigidez do corpo concluindo que
ele estava morto.
Então
ela correu para o telefone e chamou a polícia, que já começou as investigações
para identificação do corpo e, mais ainda, o porquê o cadáver foi deixado na
porta do apartamento da jovem universitária.
AUTORIA:
LIDIANE DANTE DA LUZ
SANTA CRUZ NOTÍCIAS
HOMEM É ENCONTRADO MORTO NA PORTA DE SOCIALITE
Santa Cruz do Rio Pardo - Foi por volta das 07h30min da manhã de ontem (31/10) que o jovem de 22 anos, José Atayde Souza foi encontrado morto na porta da residência da socialite Margareth de Albuquerque Fonseca.
Segundo
Margareth "tudo parecia um pesadelo que se tornou realidade, estava no
banheiro tomando meu banho matinal quando ouvi a campainha tocar. Como estava
sozinha em casa, me enxuguei rapidamente e fui até a porta. Ao abrí-la
deparei-me com o corpo caído ali na soleira” – contou a mulher ainda assustada.
Em seu
depoimento, ela disse que ao abrir a porta olhou para um lado e para o
outro, mas não avistou ninguém e que somente depois de abaixar e tocar com os
dedos o corpo percebeu que era de Souza e que já estava sem vida.
Imediatamente pegou o telefone e acionou a polícia.
A
polícia investiga o caso e aguarda laudo do IML, mas suspeita de crime
passional, pois segundo informações, a socialite era amante de Souza, casado
com a dona de casa Geni Trindade, uma das principais suspeitas de cometer o
crime.
AUTORIA:ELIANE REGINA TURCATO ORLANDO
A Esposa no Banco dos Réus.
Na última quinta-feira, na cidade de Santos
em São Paulo, uma esposa liga para a polícia relatando ter encontrado seu
marido morto na porta de seu apartamento. Mas a polícia ao chegar não viu
vestígios do corpo.
Maria, a esposa, já havia prestado queixa do desaparecimento do marido há uma semana. Ela relatou aos policiais que ao acordar, abre os olhos, ainda desorientada, olha o relógio da cabeceira da cama, para consultar as horas. Levanta-se e vai ao banheiro escovar os dentes e lavar o rosto.
Maria, a esposa, já havia prestado queixa do desaparecimento do marido há uma semana. Ela relatou aos policiais que ao acordar, abre os olhos, ainda desorientada, olha o relógio da cabeceira da cama, para consultar as horas. Levanta-se e vai ao banheiro escovar os dentes e lavar o rosto.
Durante o banho ouve a campainha da porta, enxuga-se as pressas e sai do
banheiro para atendê-la.Tem dificuldade para destranca a fechadura, ao abrir a
porta vê um homem caído na soleira, olha para os lados e
constata que não há ninguém no corredor.
Abaixa-se, toca o homem com os dedos, sente que o corpo está frio e
rígido, então percebe que é o cadáver de seu marido.
Assustada corre para o telefone e disca o número da central de polícia.
Minutos depois, dois policiais chegam e constatam que o corpo não estava
mais lá.
Semanas depois, a esposa Maria, como única que tinha visto o suposto
corpo de seu marido, que até o presado momento estava desaparecido, era a única
suspeita. E por ser também a única beneficiária do seguro que o marido fez há
três meses.
Sentada no banco dos réus, seu brilhante advogado usa a seguinte tática
de defesa:
-Senhores do júri... eu irei contar até dez, e o marido da ré entrará por
essa porta. Em pé, andando e vivo!
E o advogado começou a contar:
-Um, dois, três...dez!
Mas o marido da ré não apareceu como o prometido, todos do tribunal
ficaram olhando para a porta assustados e ansiosos.
O advogado continuou:
-Senhores do júri, infelizmente não posso trazer o marido da ré até esse
tribunal. Mas como vocês podem acusá-la de ter matado seu marido, sendo
que acreditam que ele possa estar vivo? Todos vocês olharam para a porta!
Mas a brilhante tática do advogado não deu certo. A ré foi condenada.
O advogado contrariado foi até o júri perguntar o motivo da condenação já
que todos olharam para a porta.
O júri respondeu:
-Todos nós olhamos para a porta, menos a ré que abaixou a cabeça...
O advogado constata que ela abaixou a cabeça, pois sabia que seu marido não
apareceria pela porta. Porque ela o matou!
Relatos prestados pelo próprio advogado de Maria. Ela pegou 15 anos de prisão pela morte de seu marido, e foi excluída do seguro do mesmo.
O advogado ainda relatou que o casal não tinha filhos e estavam casados há 4 anos.
Relatos prestados pelo próprio advogado de Maria. Ela pegou 15 anos de prisão pela morte de seu marido, e foi excluída do seguro do mesmo.
O advogado ainda relatou que o casal não tinha filhos e estavam casados há 4 anos.
AUTORIA: CARLA CRISTINA DA SILVA

OI turma, adorei o blog, ficou muito bonito. As reportagens ficaram bem interessantes. Parabéns.
ResponderExcluirO artigo "A esposa no banco dos réus" teve um desfecho inusitado, gostei.
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